Festa Feminista – 28 Março | Insólito Bar

cartaz

No seguimento das comemorações do 1º Aniversário do Núcleo de Braga da União de Mulheres Alternativa e Resposta, realiza-se no próximo dia 28 de Março uma Festa Feminista no Insólito, a partir das 23:00.

Conta com a participação dos The Clits, um projecto da nova vaga de electro-punk feminista, de cariz interventivo e performativo, criado em 2006 e constituído por Ana Leorne (voz) e Lena F. (voz, guitarra e programações). Estes estrearam-se, editando sob a forma de EP, The World Is A Mess But My Hair Is Perfect, que contém sete faixas, entre as quais Girl Next Door e Somebody Else’s Body. Também farão parte de uma compilação da campanha patrocinada pela LEVI’S, juntamente com Bonde Do Role, Juliette and The Licks, The Go! Team, Operator Please, entre outros.

Serão também divulgados os premiados do Concurso de Fotografia “Onde estão os Feminismos?”, lançado pela UMAR.

Os dj’s DuArte e Pitt Pull darão continuidade à Festa Feminista com música electrónica.

DuArte, músico multifacetado, passou por diversos projectos dos mais distintos estilos musicais, estando o seu trabalho disponível em várias editoras. Inicia o trabalho de dj em 1995 por brincadeira e, depois de tocar nalguns clubes nacionais, assume residência no Insólito Bar em 2000. É um dos co-fundadores da editora independente Meifumado, disponibilizando-se de imediato para colaborar com a UMAR.

Pedro Pinto (aka Pitt Pull) faz parte da primeira geração de produtores portugueses de techno minimal, tendo sido o seu trabalho editado no mercado alemão pela histórica editora de Thomas Brinkmann (Max Ernst) e distribuído internacionalmente. Enquanto dj lisboeta, actua desde 2001, nos mais diversos clubes e eventos nacionais, tendo também tocado em países como França, Inglaterra, Espanha, ou Brasil. É responsável pelas primeiras actuações no nosso país de reconhecidos produtores estrangeiros, tais como Luciano ou Agoria. É profundamente feminista.

 

União de Mulheres Alternativa e Resposta

Núcleo de Braga

A palavra maldita

imagem-umarA Campanha Feministiza-te emergiu da vontade insuprível de dizer um “Basta!” a uma cultura patriarcal, que empurra as mulheres para os guetos da subordinação e invisibilidade. Surgiu da necessidade de desenhar com pincéis assertivos e cores arrojadas a IGUALDADE de GÉNERO nas sociedades pós-modernas.

A Campanha Feministiza-te rompe barreiras geográficas e linguísticas, estende-se a todas as faixas etárias, a mulheres e homens. Vemo-la em conferência, em debates, em concursos, em marchas. Passeia-se na rua, na escola, na universidade, na internet.

Não obstante a sua crescente visibilidade, a Campanha é, por vezes, incompreendida no seu objectivo, âmbito e modo de actuação. Tudo isto porque a sua designação provém da adaptação da ‘palavra maldita’: feminismo – o espectro da sociedade, da economia, da política, da religião, que ousou (e ousa) libertar as mulheres das correntes da submissão.   

O verbo ‘feministizar’ não consta nos dicionários de nenhuma língua do mundo… ainda! Talvez seja por isso que a sua leitura e compreensão tangenciem níveis de complexidade para nós inesperados.

Com efeito, o verbo é, não raras vezes, assimilado como “feminiza-te”, mesmo que as letrinhas “STI” se imponham com a mesma tenacidade que as restantes. É imediata a alusão, como se de sinónimos se tratassem. Este facto testemunha claramente como o feminismo ainda é visto como ‘coisa de mulher’, ao mesmo tempo que expõe a dificuldade em edificá-lo como um movimento social e político pertinente e crucial na actualidade.

Três séculos passaram desde que a autora da Declaração dos Direitos das Mulheres, Olympe de Gouges, perdeu a vida na guilhotina; noventa anos decorreram desde que Emily Davison deu a vida pelo direito ao voto, em Inglaterra. Contudo, o feminismo e suas adjacências continuam a ser difíceis de entranhar. Acreditemos nas palavras de Pessoa: “Primeiro estranha-se, depois entranha-se!”

No sentido de evitar habituais distorções, aqui fica mais um obstinado esclarecimento: ‘feministizar’ consiste na adopção de atitudes e comportamentos que promovam o tratamento indiferenciado entre mulheres e homens; na promoção da Igualdade de Género; na inclusão dos princípios feministas nas esferas de actividade humana.

O compromisso que nos move é o de difundir o verbo, nacionalizá-lo, internacionalizá-lo e globalizá-lo. Nós assumimo-lo. Assume-o também tu!

Com muito mais a dizer, mas simplificando a mensagem,

FEMINISTIZA-TE!
FEMINISTIZE YOURSELF!
FEMINISTIZE-TOI!
FEMMINISTIZZATI!
ФЕМИНИСТИЗУЙСЯ!
FEMENISTIZATE!
 

P’lo Núcleo de Braga da UMAR
Anabela Santos

‘Feministiza-te’ disponível em seis idiomas

logotipo

Na tentativa de incrementar uma mudança nas sociedades contemporâneas, reivindicamos um processo de feministização dos domínios político, económico e sociocultural. Exigimos a erradicação das práticas discriminatórias que transformam as mulheres em indivíduos de segunda. Levantamos a voz pela consecução da Igualdade de Género.

A Campanha ‘Feministiza-te’, criada pelo núcleo de Braga da UMAR e lançada no Dia dos Direitos Humanos (10 de Dezembro), visa sensibilizar mulheres e homens para a adopção de uma perspectiva feminista no sentido da concretização da Igualdade de Género. Com a duração de um ano, a campanha parte de Braga – com a realização de iniciativas diversas – para se afirmar em Portugal e no mundo.

A petição online ‘Feministiza-te’ – que expõe as reivindicações feministas do núcleo de Braga – está traduzida em seis idiomas, no sentido de alargar a iniciativa a vozes de todo o mundo: português, inglês, francês, italiano, espanhol e russo. Pretende-se uma consciencialização social mundial (de homens e mulheres) para problemáticas que necessitam de uma resposta urgente. No âmbito desta campanha, que culminará a 10 de Dezembro de 2009, o núcleo de Braga da UMAR tem previstas várias iniciativas de índole sóciocultural e pedagógica. 

Campanha ‘Feministiza-te’

http://www.my-cause.com/cause/feministizate

 

‘Feministize yourself’ Campaign

http://www.ipetitions.com/petition/feministizeyourself/

 

Campagne ‘Feministize-toi!’

http://www.ipetitions.com/petition/feministizetoi/

 

Campaña ‘Femenistizate!’

http://www.ipetitions.com/petition/femenistizate/

 

Campagna ‘Femministizzati!’

http://www.ipetitions.com/petition/femministizzati/

 

 Кампания ‘Феминистизуйся!

http://www.ipetitions.com/petition/feministizate/

 

União de Mulheres Alternativa e Resposta

Núcleo de Braga

Acção de rua marca Dia Internacional da Mulher em Braga

‘Feministiza-te’ por uma sociedade mais igual

O Núcleo de Braga da UMAR assinalou o Dia Internacional da Mulher com a acção de rua ‘Feministiza-te’. Na Avenida Central juntaram-se umaristas e simpatizantes da causa, por uma sociedade mais igual.

Durante a tarde de ontem foram levantados cartazes com slogans a remeter para a situação das mulheres em Portugal e no mundo. Nas comemorações do Dia Internacional da Mulher, o núcleo de Braga da UMAR mostrou que é importante assinalar as conquistas, mas não deixar no esquecimento as lutas que precisam de ser travadas em prol do bem-estar social de homens e mulheres, num mundo que se pretende justo.

Se as mulheres já conseguiram diversos avanços na área do trabalho, do ensino, da saúde, da política e da economia, ainda continuam a ser vítimas de discriminações múltiplas. De realçar os casos de violência doméstica, crimes de honra, tráfico humano, mutilação genital, entre outros. Dados recentes sustentam que as mulheres estão entre os grupos mais afectados pela pobreza em todo o mundo. Existe ainda muito trabalho a realizar no sentido da criação de leis e sobretudo da mudança de mentalidades.

imagem4Paralelamente, no âmbito da campanha ‘Não sou cúmplice’, o núcleo de Braga colocou 43 bandeiras pretas sinalizadas num jardim da avenida, que correspondem ao número de mulheres assassinadas em 2008 vítimas de violência doméstica. Além disso, os elementos do núcleo entregaram autocolantes e panfletos de divulgação da campanha ‘Feministiza-te’, que visa consciencializar homens e mulheres para as grandes causas que preocupam hoje a UMAR e os/as feministas em geral, em Portugal e no mundo.

Uma marcha pelo centro da cidade encerrou a iniciativa, que teve uma forte adesão da população bracarense, que questionou as/os umaristas sobre algumas problemáticas e que agradeceu pelo facto de mostrarem que é importante apresentar as mulheres como agentes de sucesso, mas não silenciar as opressões que continuam bem presentes.

Acção de rua: ‘Feministiza-te’

imagem3Dom. 8 MAR

15H30 Avenida Central

A União de Mulheres Alternativa e Resposta convida as/os bracarenses a juntar-se à acção de rua ‘Feministiza-te’, na qual serão acenados cartazes com slogans a remeter para a situação da mulher em Portugal e no mundo. Paralelamente, no âmbito da campanha ‘Não sou cúmplice’, o núcleo de Braga colocará 43 bandeiras pretas sinalizadas num jardim do centro que correspondem ao número de mulheres assassinadas em 2008 vítimas de violência doméstica.

Convite de Conferência de Imprensa

logotopo

O Núcleo de Braga da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) vem por este meio convidar V.Exas. para participar numa Conferência de Imprensa, a decorrer na próxima Terça-Feira, dia 3 de Março, às 11h, no Estaleiro Cultural da Velha-a-Branca (Largo da Senhora-a-Branca, 23, Braga), na qual se apresentará o conjunto de actividades a decorrer ao longo do mês de Março, no âmbito da comemoração do primeiro aniversário do grupo bracarense. A tertúlia ‘As (R)evoluções do Dia Internacional da Mulher?’ marcará o início das celebrações da efeméride, sendo que no dia 8 de Março a UMAR Braga realizará a actividade de rua ‘Feministiza-te’, a qual decorrerá no centro da cidade. Seguir-se-á um Concurso de Fotografia que pretende lançar o repto às/aos bracarenses para descobrir ‘Onde estão os feminismos?’. O mês de Março terminará com a Festa UMAR no Insólito bar, que contará com a actuação de uma banda feminista.

Agradecemos a atenção dispensada.

Com os nossos melhores cumprimentos

União de Mulheres Alternativa e Resposta

Núcleo de Braga

Espalhando os feminismos em Fafe

A violência doméstica e violência no namoro estiveram em debate no auditório da Biblioteca Municipal de Fafe, no último dia 21 de Fevereiro, numa iniciativa da Juventude Socialista. A representante da Amnistia Internacional, a Dra. Maria Augusta alertou para o panorama internacional e europeu da mulher, que sofre uma violência multifacetada constituindo, assim, uma perpetuação da violação dos direitos humanos. A Gestora do apoio à Vítima de Braga, a Dra. Teresa Sofia Silva focou precisamente a violência doméstica, no seu contexto, causas e consequências, bem como desmistificou vários pontos ligados ao contexto da violência na família. A violência que surge, igualmente, no contexto do namoro como sublinhou a Dra. Cristiana Silva, da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), apresentando números assustadores que apontam que um em cada quatro jovens estaria nesta situação. As pressões, ciúmes, vigilância e desconfiança nas situações de namoro sendo vistas pelas vítimas como naturais e uma prova de amor e preocupação. O crime público da Violência Doméstica não podendo ser visto sem uma actuação das forças policiais, a presença de dois agentes do Núcleo de Investigação e Apoio ás Vítimas (NIAVE – GNR) foi importante para explicar o acompanhamento e a investigação das situações de violência contra mulheres, crianças e idosos. Essa violência está relacionada com as questões de género e de poder, neste sentido o nosso núcleo foi representado por Sylvie Silva Oliveira, que terminou com a análise do fenómeno através de uma perspectiva feminista. A igualdade de género sendo essencial para eliminar situações de patriarcado, discriminações e dominação entre homens e mulheres.

P’lo Núcleo de Braga da UMAR

Texto: Sylvie Oliveira

Vídeo: Anabela Santos

Petição online!

preview 

A petição ‘Feministiza_te’ já está online em português e pode ser subscrita aqui: http://www.my-cause.com/cause/feministizate.

Em breve, a petição estará disponível em espanhol, francês, inglês, italiano e russo. 

MANIFESTO FEMINISTIZA_TE

cartaz_final

 Na tentativa de incrementar uma mudança nas sociedades contemporâneas, reivindicamos um processo de feministização dos domínios político, económico e sociocultural. Exigimos a erradicação das práticas discriminatórias que transformam as mulheres em indivíduos de segunda. Levantamos a voz pela consecução da Igualdade de Género.

A militância feminista trouxe conquistas indubitáveis para a arena dos direitos das mulheres ocidentais, reflectidas designadamente no direito ao voto, à propriedade e ao divórcio, no acesso ao ensino e ao mercado de trabalho, na autonomia sobre o seu corpo. Contudo, a igualdade entre homens e mulheres não existe em nenhuma parte do planeta, prevalecendo repudiáveis violações dos direitos fundamentais.

Em todo o mundo, um bilião de mulheres, ou uma em cada três, foram violadas, espancadas ou sofreram algum tipo de violência. Uma em cada cinco mulheres será vítima ou sofrerá, pelo menos, uma tentativa de violação durante a sua vida. Os crimes de honra vitimam cinco mil mulheres anualmente, tendo particular incidência na Índia, Brasil, Marrocos, Paquistão, Turquia, Irão e Reino Unido. Em todo o mundo, faltam cerca de 60 milhões de mulheres devido ao feticídio e infanticídio. As mulheres jovens constituem 60% das vítimas de violência sexual em todo o planeta. Em contextos de conflito bélico, a violência sexual contra mulheres é usada como forma de intimidação, humilhação e vingança. Na Serra Leoa, por exemplo, entre 50 e 64 mil mulheres foram violadas por grupos armados. Todos os anos, quatro milhões de mulheres, homens e crianças são vítimas de tráfico, encontrando como destinos a prostituição, trabalho escravo, pornografia e mendicidade. Estima-se que dois milhões de crianças com idades compreendidas entre os 4 e os 12 anos sejam, anualmente, vítimas da Mutilação Genital Feminina. As mulheres representam 70% dos pobres em todo o mundo, realizam 2/3 do trabalho e auferem apenas 10% dos rendimentos mundiais. Embora as mulheres constituam a maioria do eleitorado, 84% dos parlamentares são homens.

Feministizemo_nos para:

1. Alargar a participação das mulheres na arena política, tornando-as vozes activas na mudança social;

2. Apostar na educação para a saúde, conscientizando para os efeitos nocivos de comportamentos de risco ao nível da sexualidade, dieta alimentar e consumo de aditivos;

3. Assegurar a vivência da sexualidade isenta de opressão, repressão ou coacção;

4. Banir o assédio moral e sexual das relações interpessoais, especialmente as de carácter laboral;

5. Circunscrever a violência física, psicológica e sexual contra homens e mulheres, promovendo a prevenção, educação e sensibilização dos indivíduos;

6. Combater a homofobia, transfobia, racismo, xenofobia, e misoginia;

7. Combater a feminização do VIH/Sida;

8. Combater a selecção pré-natal do sexo dos bebés, ritualizada através do feticídio;

9. Combater o casamento forçado de milhares de crianças e mulheres;

10. Digladiar contra a reprodução dos estereótipos de género na publicidade e nos média, incentivando a feministização das práticas jornalísticas;

11. Educar para a erradicação do duplo padrão de sexualidade, que julga de modo diferente iguais comportamentos em função do sexo a que o individuo pertence;

12. Erradicar o patriarcado das sociedades contemporâneas, cultivando, ao invés, uma maior equidade e justiça;

13. Erradicar os crimes de honra (apedrejamento, ataques com ácido, espancamento, …) que vitimam milhares de mulheres;

14. Erradicar práticas culturais nocivas e extremamente violentas como a Mutilação Genital Feminina;

15. Exigir a reformulação dos sistemas judiciais corrosivos dos direitos individuais;

16. Fomentar uma distribuição justa nas tarefas domésticas, tornando as funções de housekeeper e childcare em incumbências de ambos os sexos;

17. Garantir o acesso ao sistema de ensino de rapazes e raparigas, promovendo a sua participação em espaços culturais e recreativos;

18. Garantir o acesso das mulheres à propriedade e ao controlo dos bens de raiz;

19. Libertar o corpo feminino das determinações políticas e sociais;

20. Nivelar as remunerações de mulheres e homens que desempenham as mesmas funções, fazendo singrar a máxima ‘salário igual para trabalho de valor equivalente’;

21. Pelejar contra a esterilização forçada e outras práticas reprodutivas ofensivas dos direitos das mulheres;

22. Pôr fim ao tráfico de seres humanos que escraviza milhares de homens, mulheres e crianças em todo o mundo;

23. Promover a participação equitativa de homens e mulheres no mercado de trabalho, garantindo iguais condições de acesso, formação, permanência e ascensão;

24. Recusar a transformação do corpo da mulher num instrumento bélico;

25. Reduzir a taxa de mortalidade materno-infantil, defendendo uma melhor distribuição dos métodos de contracepção, a despenalização do aborto, uma assistência médica qualificada e cuidados de obstetrícia;

26. ….

Nós feministizámo_nos. E tu?

Lançamento da Campanha ‘Feministiza-te’

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA – DIA 10 DE DEZEMBRO (4ºFEIRA), 10h30
 
 ’FEMINISTIZA_TE’ PELA IGUALDADE DE GÉNERO

O Núcleo de Braga da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) vem por este meio convidar V.Exas. para uma Conferência de Imprensa, a decorrer na próxima Quarta-Feira, dia 10 de Dezembro, às 10h30, no Estaleiro Cultural da Velha-a-Branca (Largo da Senhora-a-Branca, 23, Braga), na qual se lançará a campanha anual ‘Feministiza-te’. Enquadrada no Dia dos Direitos Humanos, esta campanha da UMAR visa sensibilizar mulheres e homens para a adopção de uma perspectiva feminista no sentido da consecução da Igualdade de Género.

Com início no distrito de Braga, onde se desenvolverão inúmeras actividades socioculturais e pedagógicas, a campanha ‘Feministiza-te’ pretende estender-se a todo o país, bem como envolver ONG’s internacionais. Durante um ano a UMAR vai tentar mobilizar a sociedade para a importância dos feminismos na actualidade. Porque não podemos ficar indiferentes face às inúmeras violações dos direitos humanos, porque não queremos ser testemunhas passivas da desigualdade, apelamos à consciencialização. Por tudo isto “Feministiza-te“.
 
Com os nossos melhores cumprimentos,

UMAR-Braga
União de Mulheres Alternativa Resposta